Quando o poeta te lê…

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A propósito do belo livro ‘Viver é Fictício’, de Mariana Portela.

Sabe-se que existem rios ocultos sob as várias colinas de Lisboa. São eles que
levam nas suas águas para o Tejo tranquilo, saudades, amores, culturas, alegrias
e tristezas. Ah! E as Tágides.
Sim, essas ninfas, inspiradoras de poetas, nascem nas águas cristalinas das
fontes subterrâneas das colinas e fazem do Tejo o seu lar.
Mergulhada na poesia de Camões e Pessoa, Mariana Portela, oriunda de outras
geografias, de outras águas e de outras atmosferas, quis conhecer esses seres
mitológicos. Nessa busca, percorreu becos, travessas e recantos da cidade
seguindo os rumores que ouvia nos fados cantados nas tabernas e, sem se
aperceber, apaixonou-se por Lisboa e pelas suas gentes.
Hoje, impregnada pela mística que emana das colinas debruçadas sobre o Tejo,
Mariana faz deslizar pela corrente dos seus textos, ricos em poesia e
introspecção, o amor pela cidade que aprendeu a amar, principalmente, nas
silenciosas horas da madrugada.
A leitura deste livro foi, para mim, uma surpresa muito agradável que venho
recomendando com prazer e com orgulho por ter conhecido a sua autora.

Reinaldo Ribeiro
09DEZ2019

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